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	<title>Palestra Motivacional &#124; Blog do Klever Kolberg &#187; boas práticas</title>
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		<title>NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010 &#8211; Cidade invisível*</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A convite do piloto Klever Kolberg, escrevo a coluna de hoje sobre o Dakar. Ele me pediu que falasse sobre o que mais me marcou durante as minhas quatro participações como jornalista na prova (1997, 1998, 2005 e 2006). Missão difícil. Mas das mil imagens, sensações e reflexões que mexem com o corpo e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A convite do piloto Klever Kolberg, escrevo a coluna de hoje sobre o Dakar. Ele me pediu que falasse sobre o que mais me marcou durante as minhas quatro participações como jornalista na prova (1997, 1998, 2005 e 2006). Missão difícil. Mas das mil imagens, sensações e reflexões que mexem com o corpo e com a mente de quem vai para o Dakar, uma que até hoje causa espanto e mostra o tamanho dessa prova é a de um pelotão uniformizado erguendo e encaixotando o acampamento inteiro todo santo dia. Pelas mãos daquelas pessoas, uma “cidade” surge do nada e desaparece no nada em poucas horas. De noite, está na Mauritânia. De manhã, no Mali.</p>
<p>O acampamento, batizado no Dakar de Bivouac (termo francês para designar acampamentos de guerra), muda sua localização de um dia para o outro. Casas, restaurantes, hospitais, oficinas mecânicas, escritórios, borracharias, postos de gasolina são empacotados para seguir nas primeiras horas da manhã a bordo de dezenas de aviões, helicópteros, carros e caminhões até o próximo endereço. Quando seus milhares de habitantes chegam, Bivouac já está montada, quase idêntica à antecessora. Só a localização no mapa mudou.</p>
<p>Para mover a cidade pela África, um exército de 300 pessoas se encarrega de desmontar e montar tudo. O desmanche começa por volta das 22h. A tenda de imprensa, por exemplo, com paredes e tetos de lona, impressoras, computadores, mesas e bancos, é esquartejada a ponto de caber em uma dúzia de caixas. Na manhã seguinte, já está a centenas de quilômetros, pronta, como se tivesse sido teletransportada. O mesmo acontece com o hospital, onde 50 médicos trabalham para socorrer desde uma pequena dor de garganta até fêmures quebrados, traumatismos cranianos&#8230; Vale lembrar que a grande diversão dos moradores dessa cidade móvel é apostar corridas entre a extinta e a nova Bivouac. Eles fazem isso a bordo de veículos cheios de potência diariamente, por mais cansados que estejam. Um perigo. Por isso, vinte doutores ficam de prontidão, em terra, esperando pelos feridos. O restante dos médicos passa o dia voando em helicópteros à caça dos inevitáveis acidentes.</p>
<p>Nos dois restaurantes e na limpeza da cidade trabalham sempre as mesmas 70 ou 80 pessoas. Por dia, elas servem 6 mil litros de água e 1,5 tonelada de comida. Outros tantos cuidam do abastecimento das aeronaves e dos veículos – são 100 mil litros de combustível por dia. O que muda quase sempre na cidade é o piso. Quando Bivouac está no Marrocos, costuma ser de asfalto. Na Mauritânia, o reino das dunas, é a vez da areia ficar sob os pés dos moradores. Quando a cidade segue para o Mali, o piso é de terra e de grama amarela, típica das savanas africanas. A peregrinação da cidade acontece por duas semanas, em janeiro. No restante do ano, Bivouac fica dobrada em caixas, adormecida. Seus habitantes voltam para as suas cidades de verdade para consertar e preparar as máquinas com as quais vão viajar de Bivouac para Bivouac no próximo ano.</p>
<p>* texto inspirado no livro Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino<br />
por Henrique Skujis</p>
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		<title>Dakar 2010: 9 mil km de aventuras no maior rali do mundo</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2009/12/31/dakar-2010-9-mil-km-de-aventuras-no-maior-rali-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 20:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Competidores percorrerão 13 cidades entre Argentina e Chile. Brasileiros serão os pioneiros com o etanol na competição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competidores percorrerão 13 cidades entre Argentina e Chile. Brasileiros serão os pioneiros com o etanol na competição</p>
<div id="attachment_197" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><img class="size-full wp-image-197" title="Mitsubishi Pajero Sport Flex 29 12 2009 VT__doni _Baixa 1" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/12/Mitsubishi-Pajero-Sport-Flex-29-12-2009-VT__doni-_Baixa-1.jpg" alt="Mitsubihi Pajero Sport Flex" width="370" height="246" /><p class="wp-caption-text">Mitsubihi Pajero Sport Flex</p></div>
<p>O rali mais exigente do mundo acontecerá novamente na América do Sul. O Dakar 2010 terá cerca de nove mil quilômetros divididos em 14 especiais, passando pela Cordilheira dos Andes e pelo Deserto do Atacama, atravessando Argentina e Chile. A largada será no dia 1º de janeiro em Buenos Aires e a chegada, no dia 17, também será na capital argentina.</p>
<p>Nos 9.030 quilômetros da 32ª edição do rali, os pilotos enfrentarão, a exemplo do que acontecia quando o Dakar era disputado entre a Europa e a África, percursos diferentes dos percorridos no ano passado. De Buenos Aires, os competidores seguem para o norte da Argentina, com as três primeiras etapas bastante longas, apresentando grandes deslocamentos e especiais. De Buenos Aires a Córdoba, na primeira especial, serão 251 quilômetros cronometrados, passando pela cidade de Colon.</p>
<p>No segundo dia, serão mais 355 quilômetros entre Córdoba &#8211; província que atualmente sedia uma etapa do WRC &#8211; e La Rioja. O piso terá uma característica mais dura e compacta, porém com muitas pedras e atravessando trechos sinuosos de serra, o que exige bastante técnica de pilotagem.</p>
<p>A terceira especial terá 182 quilômetros e vai de La Rioja a Fiambala, última cidade em território argentino antes dos competidores encararem a Cordilheira dos Andes e lidarem com uma drástica mudança climática por causa das freqüentes tempestades de areia, comuns no local. Além disso, o físico de pilotos e navegadores será posto à prova, com trechos em altitudes de até 4 mil metros.</p>
<p>As dunas começam a crescer durante sete dias de exploração no Deserto do Atacama. Entre Fiambala e Copiapo, já no Chile, a especial terá 203 quilômetros cronometrados; o quinto trecho, de 483 quilômetros, será entre Copiapo e Antofagasta, cidade conhecida por suas minas de ouro. Por isso haverá partes de terreno pedregoso.</p>
<div id="attachment_198" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><img class="size-full wp-image-198" title="Claudinei Ary Giovanni Klever Clayton Amaury 29 12 2009 VT__doni _Baixa 1" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/12/Claudinei-Ary-Giovanni-Klever-Clayton-Amaury-29-12-2009-VT__doni-_Baixa-1.jpg" alt="Claudinei Quirino, Ary Kolberg, Giovanni Godoi, Klever Kolberg, Clayton Ananias, Amaury Olsen" width="370" height="243" /><p class="wp-caption-text">Claudinei Quirino, Ary Kolberg, Giovanni Godoi, Klever Kolberg, Clayton Ananias, Amaury Olsen</p></div>
<p>O Dakar começa a rumar ao norte chileno na sexta especial, entre Antofagasta e Iquique, ainda no terreno mais seco do planeta. Já é considerada a parte mais difícil do rali tanto para os competidores, como para o equipamento, com 418 quilômetros cronometrados. Ao final, uma paisagem que compensa o esforço: após o downhill, a cerca de três quilômetros de Iquique, o litoral do Oceano Pacífico estará à vista da caravana do rali.</p>
<p>A volta para Buenos Aires começa na sétima especial, de Iquique a Antofagasta, com 600 quilômetros. Do litoral, os competidores encaram novamente o deserto, já entre Antofagasta e Copiapo, no oitavo trecho cronometrado, de 472 quilômetros. A nona etapa, entre Copiapo e La Serena, é o último dia dos pilotos no Atacama, na especial de 338 quilômetros.</p>
<p>A décima especial ruma a Santiago, com 238 quilômetros cronometrados e vegetação densa e variada, além de trechos sinuosos de estradas. Entre Santiago e San Juan, no 11º estágio, os competidores passam pelo Aconcágua e retornam à Argentina em 220 quilômetros cronometrados.</p>
<p>A quilometragem aumenta na 12ª especial, de 297 quilômetros, entre San Juan e San Rafael. Será comum ver rios cortando estradas, cercados de cânions, mas na segunda parte, arenosa, haverá vários saltos. A penúltima especial, de 368 quilômetros, acontece entre San Rafael e Santa Rosa, a dois dias do final do rali. As dificuldades, no entanto, não cessam: trechos rápidos, mas traiçoeiros, especialmente nas dunas de Nihuil.</p>
<p>O trecho final, entre Santa Rosa e Buenos Aires, tem 206 quilômetros cronometrados, e a chegada acontecerá na vila de San Carlos de Bolívar.</p>
<p><strong>Sobre Klever Kolberg:</strong> Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p><strong>Sobre Giovanni Godoi:</strong> Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Mobil Super Flex, Unica, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p><strong>Acesse o site do piloto: </strong><a href="http://www.parisdakar.com.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.parisdakar.com.br/ </span></span></a></p>
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		<title>Coluna NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2009/12/27/coluna-na-rota-do-rally-dakar-2010/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 21:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coluna de Klever Kolberg contando os bastidores do Rally Dakar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: medium;">Troquei a competitividade pela atitude</p>
<p></span><span style="font-size: small;">Por Klever Kolberg,</p>
<p>Dois anos atrás, antes da largada do Rally Dakar 2008, eu estava passando mal. Minha concentração estava falhando, meu sono sumiu e os pesadelos deram as caras. Era uma crise de abstinência. Pela primeira vez, depois de 20 anos consecutivos, não participaria do Rally Dakar. Mas no dia 04 de janeiro de 2008 veio uma surpresa ainda pior. O rally foi cancelado devido a ameaça de ataques terroristas.</p>
<div id="attachment_193" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><img class="size-full wp-image-193" title="Klever Kolberg" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/12/Klever-João-Pires-web_11.jpg" alt="Klever Kolberg" width="370" height="244" /><p class="wp-caption-text">Klever Kolberg</p></div>
<p><strong><font size="3"> </p>
<p>Dias depois a organização da prova anunciada o novo destino, a mesma aventura num novo cenário, a América do Sul. Então decidi batalhar por dois objetivos, nada pequenos. Primeiro, levar o primeiro carro a competir utilizando etanol, energia limpa, no Dakar. Segundo, fazer o Brasil ser parte do percurso.</p>
<p>Passados dois anos, consegui marcar um destes dois gols. No dia 01 de janeiro de 2010, estarei largando ao lado de Giovanni Godoi, no Mitsubishi Pajero Sport Flex da equipe Valtra Dakar Eco Rally, abrindo um novo caminho no mundo do Dakar, o da sustentabilidade.</p>
<p>A idéia inicialmente parecia simples e fácil, afinal temos toda a tecnologia aqui no Brasil: o etanol de cana de açúcar, a tecnologia Flex, os pneus Pirelli, o carro fabricado em Catalão – GO e uma equipe comprometida de engenheiros e mecânicos trabalhando duro para preparar tudo.</p>
<p>Na verdade, ou na realidade as coisas foram um pouco mais complicadas. Este é um projeto pioneiro, e como em qualquer pioneirismo, tem de se conviver com erros. Desculpe a comparação, chega a ser falta de modéstia, mas lembrem da corrida a lua, entre americanos e soviéticos. Muitos foguetes não atingiram o destino.</p>
<p>Então, além da dificuldade da montagem de logística para levar etanol a Argentina e Chile, das inúmeras peças fabricadas pela primeira vez, já que este modelo de carro e motor nunca haviam sido utilizados nesta competição, também tive de tentar alterar a programação do meu DNA. Ele tem origem competitiva, mas agora é hora da transformação, de colocar a atitude em primeiro lugar, afinal o objetivo de levar o etanol ao Dakar, é mostrar para o mundo todo que existe uma energia verde, limpa, renovável, e o mais importante, disponível, que pode ser utilizada imediatamente, e que com a participação de todos, podemos fazer a diferença.</p>
<p>Então está não é a 22 segunda participação de Klever no Dakar. Esta é especial, esta é para escrever uma nova história, mudando o rumo, que está nas nossas mãos.  Vamos lá provocar e aprender, para depois multiplicar este aprendizado.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>O piloto de rali Klever Kolberg, que participou 21 vezes do Dakar, dez de moto, 11 de carro e uma como chefe de equipe. Ele escreve a partir de hoje artigos exclusivos sobre os bastidores da maior e mais difícil competição off road do mundo. A 31ª edição da prova começa no dia 1 de janeiro de 2010 em Buenos Aires e chega na mesma cidade no dia 17.</p>
<p></em></strong></p>
<p></font></strong></span></strong></p>
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		<title>Solidariedade do Rally Dakar</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2009/10/19/solidariedade-do-rally-dakar/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Social]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[

A Amaury Sport Organization (ASO), empresa organizadora do Rally Dakar, continua realizando ações sociais na África. Apesar do Rally Dakar estar temporariamente acontecendo na América do Sul, a vontade de apoiar um esforço que modifique as condições de vida no continente africano continua a ser essencial para os organizadores, parceiros e concorrentes do rali.



O trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-52" title="ActionsDakar" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/10/ActionsDakar.jpg" alt="ActionsDakar" width="800" height="600" /></p>
<p><strong></p>
<p align="justify">A Amaury Sport Organization (ASO), empresa organizadora do Rally Dakar, continua realizando ações sociais na África. Apesar do Rally Dakar estar temporariamente acontecendo na América do Sul, a vontade de apoiar um esforço que modifique as condições de vida no continente africano continua a ser essencial para os organizadores, parceiros e concorrentes do rali.</p>
<p></strong></p>
<p align="justify"><img class="alignleft size-full wp-image-53" title="ActionsDakar1" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/10/ActionsDakar1.jpg" alt="ActionsDakar1" width="600" height="800" /></p>
<p><strong></p>
<p align="justify">O trabalho começou com ambições modestas junto ao projeto SOS Sahel Internacional, mas vem crescendo e repercutindo. Em oito anos, perto de um milhão de euros foram investidos nos programas chamados &#8220;Actions Dakar&#8221;, que se concentrou no desenvolvimento de boas práticas ambientais. Esta semana aconteceu uma reunião em Louga, no norte do Senegal, para o lançamento de novos projetos escolhidos pelos moradores.</p>
<p align="justify">
Na verdade, através de 147 projetos que dizem respeito mais ou menos 319 000 pessoas diretamente, o projeto &#8220;Actions Dakar&#8221; têm contribuído para preservar e melhorar o meio-ambiente. Por exemplo, o desenvolvimento e melhoria de lareiras, utilizadas pela maior parte das mulheres para cozinhar, reduz consideravelmente o consumo de madeira. Esta prática tornou-se um hábito e é entendido pelos jovens: é nesse ritmo que as intenções do &#8220;Actions Dakar&#8221; foram definidas na sua criação. Ao trabalhar em uma base a longo prazo, os resultados responder a uma visão mais construtiva.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Mais informações em:</p>
<p><a href="http://www.sossahel.org/actions_en_cours/actions_en_cours/actions_dakar_senegal">http://www.sossahel.org/actions_en_cours/actions_en_cours/actions_dakar_senegal</a></p>
<p></strong></p>
<p><strong></p>
<p align="justify">Na América do Sul o Dakar dá apoio ao projeto &#8220;Un Techo para mi Pais&#8221; fundação que ajuda a construir casas temporárias para as famílias em grande dificuldade. Por ocasião do Dakar 2010, 112.000 dólares serão doados aos voluntários para financiar a construção de 40 casas no Chile e outras 40 na Argentina.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Mais informações em:</p>
<p>http://www.untechoparamipais.org/english/</p>
<p></strong></p>
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