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	<title>Palestra Motivacional &#124; Blog do Klever Kolberg &#187; deserto</title>
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		<title>725 quilômetros debaixo de 40 graus</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 22:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Especial com dunas, muita poeira e calor intenso marcou o penúltimo dia do Rally Dakar
Está chegando ao fim o Dakar 2010. Depois de 725 quilômetros entre San Rafael e Santa Rosa, os competidores se preparam para o último dia de competição, amanhã, entre Santa Rosa e Buenos Aires, com mais 707 quilômetros (206 cronometrados). Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especial com dunas, muita poeira e calor intenso marcou o penúltimo dia do Rally Dakar</p>
<p>Está chegando ao fim o Dakar 2010. Depois de 725 quilômetros entre San Rafael e Santa Rosa, os competidores se preparam para o último dia de competição, amanhã, entre Santa Rosa e Buenos Aires, com mais 707 quilômetros (206 cronometrados). Mas a sexta-feira (15) não foi fácil, de acordo com Klever Kolberg, do Valtra Dakar Eco Team, o primeiro piloto na história do Dakar a competir usando o etanol como combustível.</p>
<div id="attachment_273" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-273" title="Dia foi de bastante areia e temperatura altíssima na penúltima especial do Dakar" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/17.jpg" alt="Dia foi de bastante areia e temperatura altíssima na penúltima especial do Dakar. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Dia foi de bastante areia e temperatura altíssima na penúltima especial do Dakar. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Ontem e hoje foram dias como prevíamos: dunas muito pesadas e temperaturas muito altas&#8221;, afirmou o piloto, que corre ao lado do navegador Giovanni Godoi a bordo do Mitsubishi Pajero Sport Flex. &#8220;Os competidores pegaram dunas muito difíceis ainda perto de San Rafael, mas foi uma especial também bastante rápida, com muitas retas. A dificuldade residiu nas dunas da parte inicial do trajeto&#8221;, explicou.</p>
<p>Sobre o calor, Klever afirmou que o dia foi fisicamente desgastante. &#8220;Eram cinco horas da tarde e estávamos debaixo de 40 graus com sol a pino. Parecia meio-dia&#8221;, comparou. &#8220;Estamos em um trecho muito plano e céu azul, sem uma nuvem sequer&#8221;, disse o piloto, que levou cerca de cinco litros de água para se hidratar durante o percurso.</p>
<p>Para amanhã, último dia do Dakar, Kolberg afirmou que a noite no acampamento será de retoques nos veículos. &#8220;Vai ser um dia mais tranqüilo, apesar de longo. Vamos pegar mais estradas, trechos de retas longas e bastante velocidade, sem dificuldade em termos de terreno. Então está todo mundo limpando, lavando os carros, motos, caminhões e quadriciclos para que todos cheguem com o equipamento mais ‘inteiro’ a Buenos Aires&#8221;, comentou.</p>
<div id="attachment_274" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-274" title="Klever e Giovanni: 5 litros de água para cada um nos 725 km de hoje (15)" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/26.jpg" alt="Klever e Giovanni: 5 litros de água para cada um nos 725 km de hoje (15). Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Klever e Giovanni: 5 litros de água para cada um nos 725 km de hoje (15). Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>Perrengue No Rally Dakar 2006</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 22:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estes 21 anos de experiências me apóiam no planejamento para que o resultado da Valtra Dakar Eco Team seja o melhor possível, apesar de todo o pioneirismo e inovação que envolvem trazer o primeiro carro a competir utilizando etanol como combustível.
Mas, como comento, a única certeza do planejamento é que as coisas não aconteceram conforme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estes 21 anos de experiências me apóiam no planejamento para que o resultado da Valtra Dakar Eco Team seja o melhor possível, apesar de todo o pioneirismo e inovação que envolvem trazer o primeiro carro a competir utilizando etanol como combustível.</p>
<p>Mas, como comento, a única certeza do planejamento é que as coisas não aconteceram conforme você imaginou.</p>
<p>Na sétima etapa do rali de 2006 , partimos de Zouerat rumo a Atar, um percurso na Mauritânia, 521 km de pura areia, com muita dificuldade na navegação, já que o regulamento atual permite apenas a utilização da bússola do GPS.</p>
<p>No dia anterior, havia sido detectado um problema no motor de arranque do meu Mitsubishi Pajero. Nada grave, fácil de resolver, já que contava com uma boa estrutura de apoio.</p>
<p>O caminho foi realmente difícil, as dunas viraram uma teia de aranha, com rastros para todos os lados. Na metade da etapa começamos a atravessar uma região de areia muito fofa e vimos concorrentes que estavam a frente atolados, em todos as direções. Resolvi tentar uma rota alternativa e me afastei um pouco do trajeto mais marcado, mas logo dei de cara com uma montanha de areia que parecia intransponível. Tentando voltar acabei atolado e o motor apagou.</p>
<p>Eu e o Eduardo Bampi, meu navegador, começamos o trabalho para desencalhar o carro, mas quando fui dar a partida, o motor de arranque não funcionou. O reparo não ficou bom. A única alternativa foi voltar a pé pelo mesmo caminho, para tentar chegar a trilha principal e pedir ajuda ao nosso caminhão de apoio. Infelizmente ele não nos viu e seguiu em frente.</p>
<p>Nosso rali parecia estar indo por água abaixo. Como mover um carro no meio das dunas? Não sei se Deus é brasileiro, mas do nada surgiram alguns habitantes de algum vilarejo próximo, 4 pessoas. Através da mímica consegui organizar uma força de socorro. Infelizmente não conseguimos movê-lo nem um centímetro, mas aquele pequeno solavanco acabou destravando o motor de arranque, e numa nova tentativa o motor de partida fez o carro funcionar. Incrível, graças a aquela inesperada força local, estávamos de novo na prova. Minhas luvas e um boné ficaram como agradecimento.</p>
<p>À noite os mecânicos me explicaram que o reparo não havia sido realizado porque as peças estavam erradas.</p>
<p><em>O piloto de rali Klever Kolberg, que participou 21 vezes do Dakar, dez de moto, 11 de carro e uma como chefe de equipe. Ele escreve a partir de hoje artigos exclusivos sobre os bastidores da maior e mais difícil competição off road do mundo. A 31ª edição da prova começa no dia 1 de janeiro de 2010 em Buenos Aires e chega na mesma cidade no dia 17.</em></p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
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		<title>Com vedação reforçada, Klever parte para mais areia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 22:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valtra Dakar Eco Team entra no penúltimo dia de competição já colocando novo desenvolvimento do Mitsubishi Pajero Sport Flex em prática
O Rally Dakar entrou hoje (14) em sua parte final, mas com uma sequência de trechos que são encarados &#8211; assim como no quarto dia do rally &#8211; como os mais difíceis da competição, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valtra Dakar Eco Team entra no penúltimo dia de competição já colocando novo desenvolvimento do Mitsubishi Pajero Sport Flex em prática</p>
<p>O Rally Dakar entrou hoje (14) em sua parte final, mas com uma sequência de trechos que são encarados &#8211; assim como no quarto dia do rally &#8211; como os mais difíceis da competição, por causa do terreno arenoso. Foram 796 quilômetros entre San Juan e San Rafael, 297 deles cronometrados. &#8220;Assim como ontem, hoje foi um dia muito quente e também longo, somados o deslocamento e a especial. O trajeto começou com trechos de muitas pedras e poeira, mas bastante rápida e também ondulada&#8221;, afirmou Klever Kolberg.</p>
<div id="attachment_266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-266" title="Novos trechos de areia trarão novo desafio na parte final do Dakar" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/16.jpg" alt="Novos trechos de areia trarão novo desafio na parte final do Dakar. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Novos trechos de areia trarão novo desafio na parte final do Dakar. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>Segundo o representante do Valtra Dakar Eco Team, foi mais um dia para testar o equipamento. &#8220;Foi bom para testar a suspensão do carro tanto com bastante peso (com tanque cheio), como mais leve (com cerca de 100 litros de etanol no tanque, que tem a capacidade para 560 litros). E o carro me surpreendeu. Foi muito constante nas duas situações&#8221;, pontuou Kolberg, o primeiro piloto na história do Dakar a competir usando etanol como combustível no carro e tecnologia 100% brasileira.</p>
<p>Os trechos de hoje foram, em sua maio parte, em estradas de terra, trilhas e caminhos já demarcados, cercados ou por vegetação ou com abismos. &#8220;Hoje foi a tradução literal do ‘fora-de-estrada’&#8221;, apontou.</p>
<div id="attachment_267" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-267" title="Além da poeira, o calor exigirá do físico de pilotos e navegadores na Argentina" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/25.jpg" alt="Além da poeira, o calor exigirá do físico de pilotos e navegadores na Argentina. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Além da poeira, o calor exigirá do físico de pilotos e navegadores na Argentina. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>Amanhã, no penúltimo dia de competição do Dakar, entre San Rafael e Santa Rosa, serão mais 725 quilômetros (368 deles cronometrados). E as coisas deverão ser mais difíceis para Klever Kolberg e o navegador Giovanni Godoi. &#8220;Vai ser um dia longo e muito difícil, muito duro para todos os competidores. Vamos passar por dunas, e neste trecho do rally do ano passado, a organização teve que cortar parte da etapa porque grande parte dos carros não conseguiu passar. Há muitos trechos de estrada de terra com bastante poeira e dunas bem altas próximas de San Rafael; é um lugar bem difícil de passar&#8221;, disse.</p>
<p>E foi justamente em um trecho parecido com este, ainda no quarto dia de competição, entre Fiambala e Copiapó, que um problema de embreagem causado pelo excesso de poeira das areias extremamente finas da região impediu a dupla do Valtra Dakar Eco Team de seguir competindo no rally. Agora, no entanto, este problema não deverá se repetir, segundo Kolberg.</p>
<p>Como parte do pacote de melhoramentos visando as próximas competições, o Valtra Dakar Eco Team já tem listados alguns desenvolvimentos para o Mitsubishi Pajero Sport Flex, o primeiro carro a competir usando etanol na história do Dakar. E uma delas já foi colocada em prática durante o rally: uma nova vedação nas partes mecânicas do carro.</p>
<p>&#8220;Fizemos uma vedação especial na peça da embreagem para que o pó não contamine as partes do carro. Vedamos todo o sistema e agora não entra mais poeira. É uma coisa relativamente simples, mas que nunca havia demonstrado qualquer tipo de problema nos testes que fizemos no Brasil, porque a areia dos trechos do Dakar é muito mais fina. A nuvem de pó era tão grande que acabou inundando a embreagem, e dos vários carros que abandonaram naquele dia, a grande maioria foi pela mesma razão que nós&#8221;, explicou Klever.</p>
<p>Além da areia, outro desafio aguarda Kolberg e Godoi: o calor. &#8220;Aqui na Argentina está um caldeirão. Ontem mesmo era 23 horas e a temperatura ambiente era de 30 graus. Além disso, o vento que sopra é quente. Pegamos o carro às 6h30 da manhã de hoje e o interior ainda estava quente. Então, nestes dias nós reforçamos ainda mais a hidratação, porque serão trechos duros tanto para os carros como para pilotos e navegadores&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>Etanol parte para seu segundo teste</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2010/01/14/etanol-parte-para-seu-segundo-teste/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 22:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Etapas de hoje (14) e amanhã (15) nas dunas Argentinas mais uma vez colocarão à prova o desempenho do Mitsubishi Pajero do Valtra Dakar Eco Team
Os dois últimos dias do Rally Dakar, entre La Serena e Santiago (no dia 12) e entre Santiago e San Juan (dia 13), já em território argentino, puderam ser consideradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Etapas de hoje (14) e amanhã (15) nas dunas Argentinas mais uma vez colocarão à prova o desempenho do Mitsubishi Pajero do Valtra Dakar Eco Team</p>
<p>Os dois últimos dias do Rally Dakar, entre La Serena e Santiago (no dia 12) e entre Santiago e San Juan (dia 13), já em território argentino, puderam ser consideradas mais tranquilos em relação ao que carros, motos, caminhões e quadriciclos enfrentam hoje e amanhã, na 13ª e 14ª etapas, trechos mais difíceis, e que representam bem a fama de rally mais difícil do mundo.</p>
<div id="attachment_262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-262" title="Na travessia dos Andes, volta para Argentina foi mais tranquila, segundo Klever" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/15.jpg" alt="Na travessia dos Andes, volta para Argentina foi mais tranquila, segundo Klever. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Na travessia dos Andes, volta para Argentina foi mais tranquila, segundo Klever. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Eram caminhos montanhosos, sinuosos, mas sem grande dificuldades em termos de terreno&#8221;, sentenciou Klever Kolberg, que ao lado do navegador Giovanni Godoi representam o Valtra Dakar Eco Team. &#8220;Depois do Chile, o cenário começou a mudar bastante, começamos a ter um pouco mais de verde pelo caminho, e a navegação tem sido um pouco mais fácil&#8221;, explicou.</p>
<p>Ontem, Kolberg e Godoi saíram de Santiago rumo a San Juan. E segundo Klever, o trajeto também foi mais tranqüilo por causa da fronteira entre Chile e Argentina. &#8220;Passamos pela Cordilheira (dos Andes), mas por uma passagem mais utilizada, o que não representou grandes dificuldades. Foi um trajeto que ofereceu poucos desafios&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_263" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-263" title="Trechos de areia hoje e amanhã representarão novo teste para o Mitsubishi Pajero" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/24.jpg" alt="Trechos de areia hoje e amanhã representarão novo teste para o Mitsubishi Pajero. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Trechos de areia hoje e amanhã representarão novo teste para o Mitsubishi Pajero. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>O único problema, de acordo com o pioneiro em levar o etanol ao Dakar, foi o calor. &#8220;Estava muito quente depois que chegamos à Argentina. O motor, no entanto, não sentiu nenhuma dificuldade, mas nós pilotos, assim como os navegadores e mecânicos, sentimos o calor intenso e pouco vento&#8221;, afirmou. &#8220;Durante a tarde fez 35 graus e esta temperatura persistiu até as 20 horas, e mesmo à noite, o carro continuava quente&#8221;, demonstrou.</p>
<p>Hoje e amanhã, segundo Klever, mais do que deixar o Mitsubishi Pajero Sport Flex pronto para os desafios, será preciso preparar o corpo. &#8220;Serão dois dias de calor muito intenso, e como a maioria dos carros não têm ar condicionado, é preciso se hidratar bastante. Além disso, haverá trechos traiçoeiros nas dunas de Nihuil&#8221;, explica. Serão 1.521 quilômetros nos dois dias.</p>
<p>Amanhã é o penúltimo dia do Rally Dakar. &#8220;No acampamento já é possível ver as expressões de cansaço e exaustão em todos os competidores e equipes&#8221;.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>Visando próximas competições, Klever já lista melhorias</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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Em sua 22ª participação no Rally Dakar, Klever Kolberg tem aprendido como nunca na competição deste ano, em que mais uma vez o piloto demonstrou seu espírito inovador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>edição 2010 do Rally Dakar tem sido um grande laboratório para o Valtra Dakar Eco Team. Já passada a metade da competição, Kolberg já sabe o que fazer</p>
<p>Em sua 22ª participação no Rally Dakar, Klever Kolberg tem aprendido como nunca na competição deste ano, em que mais uma vez o piloto demonstrou seu espírito inovador ao ser o primeiro competidor na história do Dakar a usar um veículo movido a etanol. Passada a primeira metade do rally, o piloto do Valtra Dakar Eco Team já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas.</p>
<div id="attachment_257" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-257" title="Kolberg já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/14.jpg" alt="Kolberg já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas. Foto: Maindru Photo" width="500" height="334" /><p class="wp-caption-text">Kolberg já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas. Foto: Maindru Photo</p></div>
<p>&#8220;Com a experiência nesta participação no Dakar, colhemos várias informações para a evolução do nosso carro e já temos uma série de detalhes que queremos evoluir na preparação do Mitsubishi Pajero Sport Flex&#8221;, afirmou.</p>
<p>Kolberg listou a vedação dos componentes mecânicos e da cabine, bem como o isolamento do cockpit. Nas etapas disputadas no Deserto do Atacama, a areia extremamente fina chegou ao interior do carro em alguns momentos. Entretanto, outros itens fazem parte da lista de Klever, bem como uma alteração nas cargas das molas dianteiras e traseiras, além da mudança de posição e de fixação dos amortecedores.</p>
<p>&#8220;Por causa da preparação e adaptação de um tanque de 560 litros no carro, o peso ficou muito grande, e teremos que trabalhar em uma redução drástica neste quesito&#8221;, apontou. &#8220;Além disso, precisamos também alterar a distribuição, para baixar o centro de gravidade&#8221;, disse Klever, que também procurará melhorar a potência do motor. &#8220;Está em uma configuração que permite uma maior durabilidade em detrimento da velocidade, mas nas próximas provas, vamos fazer uma configuração competitiva&#8221;.</p>
<div id="attachment_258" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-258" title="Objetivo no Dakar era a durabilidade. Agora, equipe busca mais velocidade" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/23.jpg" alt="Objetivo no Dakar era a durabilidade. Agora, equipe busca mais velocidade. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Objetivo no Dakar era a durabilidade. Agora, equipe busca mais velocidade. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>O Mitsubishi Pajero Sport Flex também terá o formato de seu tanque alterado e as laterais alargadas. &#8220;Conseguimos um excelente resultado nos outros quesitos mecânicos, como nos filtros de ar do motor, mas agora focando na purificação do ar sem restringir a entrada, já que o pó tem sido um grande problema no Dakar&#8221;, explicou Klever, que elogiou também os freios. &#8220;Estamos usando discos da Fremax, fluido Mobil Brake Fluid DOT4 e pastilhas EBS Racing. Com este conjunto, chegamos a um bom resultado e boa performance, inclusive com os lubrificantes do motor, câmbio e diferenciais traseiro e dianteiro, mesmo em condições extremas. Estamos em um bom caminho&#8221;, disse.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>&#8220;Chega de areia!&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 01:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Klever Kolberg comemora a mudança de piso para o trecho de amanhã, entre La Serena e Santiago
Além dos trechos com areia fina e pedras, a especial de hoje, 11º dia do Rally Dakar, entre Copiapó e La Serena, teve outro fator de dificuldade para pilotos e equipes: a neblina. Tanto que a organização da prova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Klever Kolberg comemora a mudança de piso para o trecho de amanhã, entre La Serena e Santiago</p>
<p>Além dos trechos com areia fina e pedras, a especial de hoje, 11º dia do Rally Dakar, entre Copiapó e La Serena, teve outro fator de dificuldade para pilotos e equipes: a neblina. Tanto que a organização da prova diminuiu o trecho cronometrado de 238 para 170 quilômetros. Ao final do dia, pelo menos um consolo para os competidores: na última especial no deserto chileno não haverá mais areia pelo caminho.</p>
<div id="attachment_250" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-250" title="Especial de hoje encerrou os trechos arenosos no Chile" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/1a.jpg" alt="Especial de hoje encerrou os trechos arenosos no Chile. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Especial de hoje encerrou os trechos arenosos no Chile. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;No Chile nós pegamos muitos trechos com areia e pedras, o que dificulta para o piloto em decidir que calibragem usar nos pneus: alta para ter mais resistência e vencer as pedras, ou baixa para ter mais aderência para sair da areia. O contrário não funciona, porque você pode atolar na areia ou furar um pneu ao passar pelas pedras&#8221;, conta Klever Kolberg, piloto do Valtra Dakar Eco Team, a primeira equipe na história do Dakar a competir usando o etanol como combustível.</p>
<p>&#8220;Hoje de manhã tinha muito nevoeiro, e a organização até atrasou um pouco a largada em função disso. E, logo de cara, após a largada, os pilotos tinham que subir uma montanha de areia e depois já ‘mergulhavam’ para o meio das dunas. Foi uma especial bem difícil&#8221;, detalhou. A variação de temperatura também causou estranheza em Kolberg. &#8220;No meio do dia estava com bastante sol e ar seco. Já próximo de La Serena, no final do deslocamento, havia algumas nuvens e a temperatura despencou uns 20 graus&#8221;, lembrou.</p>
<div id="attachment_251" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-251" title="Dunas e pedras dificultam opção na calibragem dos pneus" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/2a.jpg" alt="Dunas e pedras dificultam opção na calibragem dos pneus. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Dunas e pedras dificultam opção na calibragem dos pneus. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Ao menos no Chile, acabaram os trechos arenosos. Agora vamos pegar mais serras com estradas de terra, mas bastante sinuosas, com muito sobe-e-desce nesta volta pelo litoral até Santiago. Os dias anteriores foram muito duros por causa da areia e das pedras&#8221;, descreveu.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<div id="attachment_252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-252" title="No final do dia, nuvens apareceram e a temperatura despencou 20 graus Celsius" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/3a.jpg" alt="No final do dia, nuvens apareceram e a temperatura despencou 20 graus Celsius. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">No final do dia, nuvens apareceram e a temperatura despencou 20 graus Celsius. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010 &#8211; Cidade invisível*</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2010/01/11/na-rota-do-rally-dakar-2010-cidade-invisivel/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A convite do piloto Klever Kolberg, escrevo a coluna de hoje sobre o Dakar. Ele me pediu que falasse sobre o que mais me marcou durante as minhas quatro participações como jornalista na prova (1997, 1998, 2005 e 2006). Missão difícil. Mas das mil imagens, sensações e reflexões que mexem com o corpo e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A convite do piloto Klever Kolberg, escrevo a coluna de hoje sobre o Dakar. Ele me pediu que falasse sobre o que mais me marcou durante as minhas quatro participações como jornalista na prova (1997, 1998, 2005 e 2006). Missão difícil. Mas das mil imagens, sensações e reflexões que mexem com o corpo e com a mente de quem vai para o Dakar, uma que até hoje causa espanto e mostra o tamanho dessa prova é a de um pelotão uniformizado erguendo e encaixotando o acampamento inteiro todo santo dia. Pelas mãos daquelas pessoas, uma “cidade” surge do nada e desaparece no nada em poucas horas. De noite, está na Mauritânia. De manhã, no Mali.</p>
<p>O acampamento, batizado no Dakar de Bivouac (termo francês para designar acampamentos de guerra), muda sua localização de um dia para o outro. Casas, restaurantes, hospitais, oficinas mecânicas, escritórios, borracharias, postos de gasolina são empacotados para seguir nas primeiras horas da manhã a bordo de dezenas de aviões, helicópteros, carros e caminhões até o próximo endereço. Quando seus milhares de habitantes chegam, Bivouac já está montada, quase idêntica à antecessora. Só a localização no mapa mudou.</p>
<p>Para mover a cidade pela África, um exército de 300 pessoas se encarrega de desmontar e montar tudo. O desmanche começa por volta das 22h. A tenda de imprensa, por exemplo, com paredes e tetos de lona, impressoras, computadores, mesas e bancos, é esquartejada a ponto de caber em uma dúzia de caixas. Na manhã seguinte, já está a centenas de quilômetros, pronta, como se tivesse sido teletransportada. O mesmo acontece com o hospital, onde 50 médicos trabalham para socorrer desde uma pequena dor de garganta até fêmures quebrados, traumatismos cranianos&#8230; Vale lembrar que a grande diversão dos moradores dessa cidade móvel é apostar corridas entre a extinta e a nova Bivouac. Eles fazem isso a bordo de veículos cheios de potência diariamente, por mais cansados que estejam. Um perigo. Por isso, vinte doutores ficam de prontidão, em terra, esperando pelos feridos. O restante dos médicos passa o dia voando em helicópteros à caça dos inevitáveis acidentes.</p>
<p>Nos dois restaurantes e na limpeza da cidade trabalham sempre as mesmas 70 ou 80 pessoas. Por dia, elas servem 6 mil litros de água e 1,5 tonelada de comida. Outros tantos cuidam do abastecimento das aeronaves e dos veículos – são 100 mil litros de combustível por dia. O que muda quase sempre na cidade é o piso. Quando Bivouac está no Marrocos, costuma ser de asfalto. Na Mauritânia, o reino das dunas, é a vez da areia ficar sob os pés dos moradores. Quando a cidade segue para o Mali, o piso é de terra e de grama amarela, típica das savanas africanas. A peregrinação da cidade acontece por duas semanas, em janeiro. No restante do ano, Bivouac fica dobrada em caixas, adormecida. Seus habitantes voltam para as suas cidades de verdade para consertar e preparar as máquinas com as quais vão viajar de Bivouac para Bivouac no próximo ano.</p>
<p>* texto inspirado no livro Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino<br />
por Henrique Skujis</p>
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		<title>Conclusões da primeira metade do Dakar</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2010/01/09/conclusoes-da-primeira-metade-do-dakar/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 01:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Valtra Dakar Eco Team aproveita o dia de descanso para uma revisão no Mitsubishi Pajero Sport Flex e Klever Kolberg faz um balanço do desempenho
A primeira participação de um carro movido a etanol na história do Rally Dakar tem trazido várias lições e uma conclusão: o Mitsubishi Pajero Sport Flex do Valtra Dakar Eco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Valtra Dakar Eco Team aproveita o dia de descanso para uma revisão no Mitsubishi Pajero Sport Flex e Klever Kolberg faz um balanço do desempenho</p>
<p>A primeira participação de um carro movido a etanol na história do Rally Dakar tem trazido várias lições e uma conclusão: o Mitsubishi Pajero Sport Flex do Valtra Dakar Eco Team, pilotado por Klever Kolberg ao lado de Giovanni Godoi, está no caminho certo.</p>
<div id="attachment_242" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-242" title="A poeira da areia extremamente fina do deserto tem sido o principal desafio" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/12.jpg" alt="A poeira da areia extremamente fina do deserto tem sido o principal desafio. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A poeira da areia extremamente fina do deserto tem sido o principal desafio. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Esta edição do Dakar está bastante difícil. Não gosto de comparar com outros anos, mas até aqui tem sido bem exigente. O terreno, tanto na Argentina como no Chile é bastante feroz com pilotos e máquinas. A temperatura tem sido muito alta e seca, bastante árida, como no deserto africano&#8221;, constatou. &#8220;Uma característica local é de um solo sempre com areia muito fina, provocando muito pó, o que dificulta as coisas. Para se ter uma idéia, em trechos de piso muito ruim, que obriga os carros a andarem em velocidades baixas, o próprio vento leva a poeira e ‘ultrapassa’ o carro, formando uma cortina de areia à sua frente e a visibilidade cai a zero. A navegação, por outro lado, tem sido mais simples do que quando o rally era na África, devido às referências com maior destaque&#8221;, comparou.</p>
<p>Kolberg conta o carro tem resistido bem às condições adversas do rally mais exigente do planeta. &#8220;O problema que nos tirou da prova (uma rachadura em uma peça do sistema de embreagem) foi facilmente solucionado com a troca da peça no acampamento. Então decidimos não desperdiçar a oportunidade para atingir um de nossos objetivos, que era aprender a participar com um carro utilizando etanol brasileiro como combustível&#8221;, contou Klever, lembrando da quarta etapa do Dakar, quando ele e Giovanni Godoi foram desclassificados pela organização da prova por não terem passado pelo último check point antes da chegada ao acampamento.</p>
<p>&#8220;Então aproveitamos para continuar fazendo o percurso do rally, o que está nos trazendo uma série de informações sobre o comportamento do carro. Na verdade, são confirmações, já que a indústria automobilística brasileira já tem vasto conhecimento sobre a utilização do etanol em diversas condições; mas nunca em um regime tão extremo de competição&#8221;, explicou.</p>
<p>Kolberg enumerou alguns dos desafios vencidos. &#8220;Nas grandes altitudes o ar é rarefeito. Em outras palavras, tem menos oxigênio, e isso provoca no motor o que é chamado de ‘mistura rica’, ou excesso de combustível. Como nosso Mitsubishi Pajero Sport Flex tem um gerenciamento eletrônico da Magneti Marelli, esse sistema já faz o ajuste automaticamente, mas estamos conhecendo qual é o rendimento do motor a estas altitudes (de até 4 mil metros em relação ao nível do mar), e eventualmente analisando o estado das velas do motor&#8221;.</p>
<p>Tanto na altitude como em condições de altas temperaturas, o efeito é semelhante. &#8220;Quanto mais quente estiver o ar, o motor fará o mesmo volume de aspiração, mas a densidade será menor, trazendo menos oxigênio. Em baixa umidade, também estamos observando o rendimento&#8221;, disse.</p>
<p>O motor, segundo ele, tem se mostrado durável e confiável. &#8220;O regime de alta rotação com temperatura da água a 105 graus Celsius e com o motor a plena carga em 80% do tempo representam uma utilização extrema do propulsor. Depois do rally faremos a desmontagem e verificação de durabilidade dos componentes, que no carro Flex já são específicos para o etanol (válvulas, sede de válvulas, dutos de combustível, etc.), para ver se houve algum tipo de desgaste prematuro. Mas, graças ao uso de um bom lubrificante &#8211; específico para o uso do etanol -, não percebemos nenhuma alteração, mas desmontando o motor, além do câmbio e dos diferenciais, teremos mais uma confirmação da eficácia dos lubrificantes Mobil Super Flex de alto desempenho&#8221;.</p>
<p>Kolberg também detectou alguns pontos a serem melhorados para as próximas competições off-road. &#8220;Em função da severidade da prova, o nosso problema de embreagem no quarto dia se originou de uma falha na vedação dos componentes para este uso em condições extremas. Isso não é necessário em carros de passeio em terrenos fora de estrada no Brasil. Então, em condições normais, este problema não existiria&#8221;, comparou.</p>
<p>&#8220;A relação de marchas também ficou um pouco longa. Usamos muito pouco a quarta marcha, e a quinta só é engatada em trechos de deslocamento, geralmente por estradas de asfalto. Além disso, precisamos melhorar a vedação da cabine, porque a areia extremamente fina do deserto entrava no cockpit, e o isolamento térmico também precisa ser retrabalhado, especialmente do lado do navegador, por onde passa o escapamento, por baixo&#8221;, enumerou.</p>
<p>Mas a areia fina, entretanto, comprovou a eficácia dos filtros de ar do motor. &#8220;Funcionaram 100% na vedação da poeira. Na volta vamos fazer um teste de dinamômetro para entender o quanto esta eficiência está restringindo a entrada de ar. Mas em primeiro lugar vem este fator, o de não deixar a poeira entrar e contaminar o motor&#8221;, afirmou.</p>
<p>Os pneus receberam elogios de Klever. &#8220;Já conhecíamos o excelente desempenho dos Pirelli Scorpion Rally, mas não com o peso do carro devido à maior quantidade de combustível. A performance continuou ótima e os pneus suportaram bem o excesso de carga&#8221;, detalhou. &#8220;Os eixos de transmissão foram exaustivamente testados, mas não com esta configuração de carro. E não tivemos nenhum problema, mas a análise definitiva será feita apenas após a desmontagem da peça, depois do rally&#8221;.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010 &#8211; O Rally da mídia</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 01:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma equipe não é formada só por pilotos, navegadores e mecânicos. Para que o público saiba o que acontece durante uma competição, temos uma enxuta estrutura de imprensa. O jornalista Lino Bocchini foi nosso correspondente no Dakar 2007. Quando foi convidado, mal ele sabia o que viria pela frente. Aqui, ele nos conta como é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe não é formada só por pilotos, navegadores e mecânicos. Para que o público saiba o que acontece durante uma competição, temos uma enxuta estrutura de imprensa. O jornalista Lino Bocchini foi nosso correspondente no Dakar 2007. Quando foi convidado, mal ele sabia o que viria pela frente. Aqui, ele nos conta como é a vida de um repórter no Dakar:</p>
<p>A primeira noite no deserto marroquino ninguém esquece. Se você conseguir dormir numa barraca armada naquele tapete de pedras pontudas, com zero grau lá fora, parabéns, você dorme até no inferno. No meu caso, beduíno de primeira viagem, fui despertado antes do amanhecer por um funcionário do staff que chacoalhava minha barraca e berrava alguma coisa em francês. Eu estava simplesmente na área de manobra dos aviões, e a asa de um deles passava a menos de dois metros da minha cabeça. No Rally Dakar, os jornalistas seguem todos juntos em um mesmo avião, que desloca-se de cidade em cidade enquanto os pilotos aceleram lá embaixo. Levamos dezenas de quilos de tralhas, e dormimos onde dá, em barracas armadas à volta da pista onde os 20 aviões que compõem o circo da prova pousam e decolam o tempo todo.</p>
<p>Só esse monta-e-desmonta e o desconforto de ser despertado toda manhã por turbinas de avião antes do amanhecer, por 20 dias seguidos, já seria duro. Mas isso não é o pior. No caso da nossa equipe, a estrutura de imprensa era composta por um bravo integrante –nem queiram saber quanto custa um credenciamento desses. Enquanto jornalistas europeus acompanhavam calmamente os resultados e entrevistas e faziam dois ou três boletins diários, eu tinha que fazer boletins diários para diversas rádios, escrever pelo menos cinco textos por etapa, tirar fotos, postar em meu blog sobre os bastidores e ainda dar uma filmadinha. E depois, claro, enviar tudo pro Brasil.</p>
<p>Eram jornadas de trabalho sempre superiores a 12 horas. E, no “tempo livre”, uma batalha para comer, montar e desmontar acampamento, tomar banho &#8211;quando desse&#8211;, fazer as necessidades e ainda rezar para que toda aquela parafernália eletrônica funcionasse direitinho. Sim, porque eu fazia boletins ao vivo em meio ao Saara Ocidental.</p>
<p>Mas, verdade seja dita, tive poucos problemas técnicos. Em um deles, quando fui obrigado a usar a estrutura da organização, paguei a mais cara “lan house” do mundo. Meia hora de Internet no descampado do Mali para transmitir textos e duas fotos custou 600 euros. </p>
<p>Dormi mal três semanas seguidas, me estressei com aquela salada de aparelhos via satélite, quase morri louco para atender todas as demandas do Brasil e dos pilotos e, de quebra, passei 20 dias sem ver uma privada normal. Aliás, quase chorei de emoção ao entrar no banheiro ocidental e limpinho do quarto do meu hotel, chegando a Dakar. Enfim, um rali de mídia, paralelo ao rali de verdade. E pensar que isso não é nada perto do que passam os pilotos&#8230;</p>
<p>por Lino Bocchini &#8211; Jornalista </p>
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		<title>Dakar 2010: 9 mil km de aventuras no maior rali do mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 20:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Competidores percorrerão 13 cidades entre Argentina e Chile. Brasileiros serão os pioneiros com o etanol na competição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competidores percorrerão 13 cidades entre Argentina e Chile. Brasileiros serão os pioneiros com o etanol na competição</p>
<div id="attachment_197" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><img class="size-full wp-image-197" title="Mitsubishi Pajero Sport Flex 29 12 2009 VT__doni _Baixa 1" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/12/Mitsubishi-Pajero-Sport-Flex-29-12-2009-VT__doni-_Baixa-1.jpg" alt="Mitsubihi Pajero Sport Flex" width="370" height="246" /><p class="wp-caption-text">Mitsubihi Pajero Sport Flex</p></div>
<p>O rali mais exigente do mundo acontecerá novamente na América do Sul. O Dakar 2010 terá cerca de nove mil quilômetros divididos em 14 especiais, passando pela Cordilheira dos Andes e pelo Deserto do Atacama, atravessando Argentina e Chile. A largada será no dia 1º de janeiro em Buenos Aires e a chegada, no dia 17, também será na capital argentina.</p>
<p>Nos 9.030 quilômetros da 32ª edição do rali, os pilotos enfrentarão, a exemplo do que acontecia quando o Dakar era disputado entre a Europa e a África, percursos diferentes dos percorridos no ano passado. De Buenos Aires, os competidores seguem para o norte da Argentina, com as três primeiras etapas bastante longas, apresentando grandes deslocamentos e especiais. De Buenos Aires a Córdoba, na primeira especial, serão 251 quilômetros cronometrados, passando pela cidade de Colon.</p>
<p>No segundo dia, serão mais 355 quilômetros entre Córdoba &#8211; província que atualmente sedia uma etapa do WRC &#8211; e La Rioja. O piso terá uma característica mais dura e compacta, porém com muitas pedras e atravessando trechos sinuosos de serra, o que exige bastante técnica de pilotagem.</p>
<p>A terceira especial terá 182 quilômetros e vai de La Rioja a Fiambala, última cidade em território argentino antes dos competidores encararem a Cordilheira dos Andes e lidarem com uma drástica mudança climática por causa das freqüentes tempestades de areia, comuns no local. Além disso, o físico de pilotos e navegadores será posto à prova, com trechos em altitudes de até 4 mil metros.</p>
<p>As dunas começam a crescer durante sete dias de exploração no Deserto do Atacama. Entre Fiambala e Copiapo, já no Chile, a especial terá 203 quilômetros cronometrados; o quinto trecho, de 483 quilômetros, será entre Copiapo e Antofagasta, cidade conhecida por suas minas de ouro. Por isso haverá partes de terreno pedregoso.</p>
<div id="attachment_198" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><img class="size-full wp-image-198" title="Claudinei Ary Giovanni Klever Clayton Amaury 29 12 2009 VT__doni _Baixa 1" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2009/12/Claudinei-Ary-Giovanni-Klever-Clayton-Amaury-29-12-2009-VT__doni-_Baixa-1.jpg" alt="Claudinei Quirino, Ary Kolberg, Giovanni Godoi, Klever Kolberg, Clayton Ananias, Amaury Olsen" width="370" height="243" /><p class="wp-caption-text">Claudinei Quirino, Ary Kolberg, Giovanni Godoi, Klever Kolberg, Clayton Ananias, Amaury Olsen</p></div>
<p>O Dakar começa a rumar ao norte chileno na sexta especial, entre Antofagasta e Iquique, ainda no terreno mais seco do planeta. Já é considerada a parte mais difícil do rali tanto para os competidores, como para o equipamento, com 418 quilômetros cronometrados. Ao final, uma paisagem que compensa o esforço: após o downhill, a cerca de três quilômetros de Iquique, o litoral do Oceano Pacífico estará à vista da caravana do rali.</p>
<p>A volta para Buenos Aires começa na sétima especial, de Iquique a Antofagasta, com 600 quilômetros. Do litoral, os competidores encaram novamente o deserto, já entre Antofagasta e Copiapo, no oitavo trecho cronometrado, de 472 quilômetros. A nona etapa, entre Copiapo e La Serena, é o último dia dos pilotos no Atacama, na especial de 338 quilômetros.</p>
<p>A décima especial ruma a Santiago, com 238 quilômetros cronometrados e vegetação densa e variada, além de trechos sinuosos de estradas. Entre Santiago e San Juan, no 11º estágio, os competidores passam pelo Aconcágua e retornam à Argentina em 220 quilômetros cronometrados.</p>
<p>A quilometragem aumenta na 12ª especial, de 297 quilômetros, entre San Juan e San Rafael. Será comum ver rios cortando estradas, cercados de cânions, mas na segunda parte, arenosa, haverá vários saltos. A penúltima especial, de 368 quilômetros, acontece entre San Rafael e Santa Rosa, a dois dias do final do rali. As dificuldades, no entanto, não cessam: trechos rápidos, mas traiçoeiros, especialmente nas dunas de Nihuil.</p>
<p>O trecho final, entre Santa Rosa e Buenos Aires, tem 206 quilômetros cronometrados, e a chegada acontecerá na vila de San Carlos de Bolívar.</p>
<p><strong>Sobre Klever Kolberg:</strong> Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p><strong>Sobre Giovanni Godoi:</strong> Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Mobil Super Flex, Unica, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p><strong>Acesse o site do piloto: </strong><a href="http://www.parisdakar.com.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.parisdakar.com.br/ </span></span></a></p>
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