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	<title>Palestra Motivacional &#124; Blog do Klever Kolberg &#187; Meio Ambiente</title>
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		<title>Palestra para o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 14:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Klever Kolberg, piloto do Valtra Dakar Eco Team, realiza nesta quinta-feira, dia 27/10, uma palestra motivacional para a equipe do Instituto de Pesquisas Jardim Botanico do Rio de Janeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1243" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2011/10/GEMPERJ-Windsor-Foto-Alziro-Xavier-147.jpg"><img class="size-medium wp-image-1243" title="GEMPERJ  - Windsor - Foto Alziro Xavier 147" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2011/10/GEMPERJ-Windsor-Foto-Alziro-Xavier-147-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Palestra de Klever Kolberg - Divulgação - Foto: Alziro Xavier</p></div>
<p>Klever Kolberg, piloto do Valtra Dakar Eco Team, realiza nesta quinta-feira, dia 27/10, uma palestra motivacional para a equipe do Instituto de Pesquisas Jardim Botanico do Rio de Janeiro.</p>
<p>A palestra Superando os Desafios na Natureza e no Mundo Profissional foi especialmente formatada. O conteúdo da apresentação está focado na sustentabilidade, na integração e na motivação dos servidores.</p>
<p>A palestra tem como objetivo desenvolver uma maior integração e motivação profissional para os servidores do JBRJ, buscando incentivar a pró-atividade, e fortalecer a identidade profissional, a autoestima e a capacidade dos servidores de superarem desafios em um ambiente de constantes mudanças. Objetiva-se ainda ser uma iniciativa para a mudança cultural da instituição de modo a incentivar a aceitação das mudanças no ambiente de trabalho e a necessidade de constante evolução e capacitação para acompanhar as mudanças globais.</p>
<p>A palestra motivacional mostrará que uma equipe que conta com colaboradores com responsabilidades distintas, mas que devem estar integrados em busca de um objetivo comum, conquistando resultados, chamando a responsabilidade, sentindo o orgulho de fazer parte e utilizando a criatividade para enfrentar desafios, mesmo diante dos imprevistos.</p>
<p>Klever estará falando da importância de uma ambiente onde os colaboradores se sentem como donos do negócio, responsáveis por suas ações e decisões. O palestrante mostrará a importância do bom relacionamento, companheirismo, honestidade, criando um clima de muita confiança.</p>
<p>O planejamento com o estabelecimento de metas, a execução das medidas, a verificação dos resultados através de indicadores e a reflexão para análise da diferença entre os resultados esperados e alcançados também farão parte do conteúdo da palestra.</p>
<p>Aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais: foi com este objetivo que, em 13 de junho de 1808, foi criado o Jardim de Aclimação por D. João, Príncipe Regente na época.</p>
<p>Com a ameaça da invasão das tropas de Napoleão Bonaparte em Portugal, a nobreza portuguesa mudou-se para o Brasil e instalou a sede do governo no Rio de Janeiro. Entre outros benefícios, a cidade ganhou uma Fábrica de Pólvora, construída no antigo Engenho de Cana de Açúcar de Rodrigo de Freitas.</p>
<p>Encantado com a exuberância da natureza do lugar, aí D. João instalou o Jardim, que em 11 de outubro do mesmo ano, passou a Real Horto. Por um erro histórico acreditava-se que as primeiras plantas tinham sido trazidas do Jardim Gabrielle, de onde vieram muitas plantas, principalmente durante as guerras napoleônicas. Porém o Jardim Gabrielle era nas Guianas e as primeiras plantas que chegaram aqui vieram, na verdade, das ilhas Maurício, do Jardim La Pamplemousse, por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a D. João. Entre elas, estava a Palma Mater.</p>
<p>Aberto à visitação pública após 1822, o Jardim teve muitos visitantes ilustres: Einstein, a Rainha Elisabeth II do Reino Unido e muitos outros.</p>
<p>A atividade científica do Jardim Botânico do Rio de Janeiro está presente em todas as regiões e biomas do Brasil. O JBRJ tem hoje 290 projetos de pesquisa no país, que abrangem tanto áreas terrestres quanto zonas marinhas.</p>
<p>O Jardim Botânico é uma instituição de pesquisas vinculada ao Ministério do Meio Ambiente. Sua estrutura está subdividida em 6 Diretorias &#8211; Diretoria de Gestão; Diretoria de Ambiente e Tecnologia; Museu do Meio Ambiente; Diretoria de Pesquisas; Escola Nacional de Botânica Tropical; e Gabinete da Presidência. Atualmente seu quadro efetivo conta com 233 Servidores. Site: <a href="http://www.jbrj.gov.br/">http://www.jbrj.gov.br/</a></p>
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		<title>Etanol parte para seu segundo teste</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2010/01/14/etanol-parte-para-seu-segundo-teste/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 22:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Etapas de hoje (14) e amanhã (15) nas dunas Argentinas mais uma vez colocarão à prova o desempenho do Mitsubishi Pajero do Valtra Dakar Eco Team
Os dois últimos dias do Rally Dakar, entre La Serena e Santiago (no dia 12) e entre Santiago e San Juan (dia 13), já em território argentino, puderam ser consideradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Etapas de hoje (14) e amanhã (15) nas dunas Argentinas mais uma vez colocarão à prova o desempenho do Mitsubishi Pajero do Valtra Dakar Eco Team</p>
<p>Os dois últimos dias do Rally Dakar, entre La Serena e Santiago (no dia 12) e entre Santiago e San Juan (dia 13), já em território argentino, puderam ser consideradas mais tranquilos em relação ao que carros, motos, caminhões e quadriciclos enfrentam hoje e amanhã, na 13ª e 14ª etapas, trechos mais difíceis, e que representam bem a fama de rally mais difícil do mundo.</p>
<div id="attachment_262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-262" title="Na travessia dos Andes, volta para Argentina foi mais tranquila, segundo Klever" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/15.jpg" alt="Na travessia dos Andes, volta para Argentina foi mais tranquila, segundo Klever. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Na travessia dos Andes, volta para Argentina foi mais tranquila, segundo Klever. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Eram caminhos montanhosos, sinuosos, mas sem grande dificuldades em termos de terreno&#8221;, sentenciou Klever Kolberg, que ao lado do navegador Giovanni Godoi representam o Valtra Dakar Eco Team. &#8220;Depois do Chile, o cenário começou a mudar bastante, começamos a ter um pouco mais de verde pelo caminho, e a navegação tem sido um pouco mais fácil&#8221;, explicou.</p>
<p>Ontem, Kolberg e Godoi saíram de Santiago rumo a San Juan. E segundo Klever, o trajeto também foi mais tranqüilo por causa da fronteira entre Chile e Argentina. &#8220;Passamos pela Cordilheira (dos Andes), mas por uma passagem mais utilizada, o que não representou grandes dificuldades. Foi um trajeto que ofereceu poucos desafios&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_263" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-263" title="Trechos de areia hoje e amanhã representarão novo teste para o Mitsubishi Pajero" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/24.jpg" alt="Trechos de areia hoje e amanhã representarão novo teste para o Mitsubishi Pajero. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Trechos de areia hoje e amanhã representarão novo teste para o Mitsubishi Pajero. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>O único problema, de acordo com o pioneiro em levar o etanol ao Dakar, foi o calor. &#8220;Estava muito quente depois que chegamos à Argentina. O motor, no entanto, não sentiu nenhuma dificuldade, mas nós pilotos, assim como os navegadores e mecânicos, sentimos o calor intenso e pouco vento&#8221;, afirmou. &#8220;Durante a tarde fez 35 graus e esta temperatura persistiu até as 20 horas, e mesmo à noite, o carro continuava quente&#8221;, demonstrou.</p>
<p>Hoje e amanhã, segundo Klever, mais do que deixar o Mitsubishi Pajero Sport Flex pronto para os desafios, será preciso preparar o corpo. &#8220;Serão dois dias de calor muito intenso, e como a maioria dos carros não têm ar condicionado, é preciso se hidratar bastante. Além disso, haverá trechos traiçoeiros nas dunas de Nihuil&#8221;, explica. Serão 1.521 quilômetros nos dois dias.</p>
<p>Amanhã é o penúltimo dia do Rally Dakar. &#8220;No acampamento já é possível ver as expressões de cansaço e exaustão em todos os competidores e equipes&#8221;.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010 &#8211; Mesma aventura, um novo cenário</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 13:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vinda do Rally Dakar para a América do Sul acabou criando um das perguntas mais freqüentes a que respondo desde o final de ano de 2008, quando me preparava para ir à prova como chefe da equipe Mitsubishi Brasil: “Qual a diferença entre o Dakar na África em comparação com o percurso na Argentina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vinda do Rally Dakar para a América do Sul acabou criando um das perguntas mais freqüentes a que respondo desde o final de ano de 2008, quando me preparava para ir à prova como chefe da equipe Mitsubishi Brasil: “Qual a diferença entre o Dakar na África em comparação com o percurso na Argentina e Chile?”</p>
<p>Acho melhor começar respondendo ao que não perguntaram, falando das semelhanças. O Rally Dakar – Argentina – Chile segue o mesmo regulamento da versão africana, tem os mesmos organizadores, tem os mesmos números (mesmo número de competidores, mesmo número de etapas – 17, mesma distância a ser percorrida – cerca de 9.000 km).</p>
<p>Ainda no campo das similaridades, podemos falar em qualidade. Por manter os organizadores a prova continua sendo muito bem organizada, com divulgação e prestígio enorme. Inclusive comenta-se uma esperança de no futuro voltar à África, esperança que compartilho com tremendo temos, já que o risco seria enorme, especialmente de um cancelamento da prova ou de um ataque terrorista.</p>
<p>Do lado dos competidores, a qualidade continua, as principais equipes se mantiveram, uma ou outra, como aconteceu na F1, devido à crise econômica, foi desmontada. Mas a participação de sul-americanos cresceu bastante, tanto que desta vez, 25 estavam alinhados na largada.</p>
<p>A mudança maior foi de cenário. Já era de se imaginar que os espaços teriam maiores limites. Na África é comum a sensação do mar de areia. Já na América do Sul temos montanhas, plantações, áreas de preservação e outros tipos de limitações, dando a falsa impressão de maior segurança.</p>
<p>Mas a grande surpresa, tanto para os competidores como para os organizadores foi o tipo de solo. Já se sabia que a areia poderia ser diferente, mas talvez pela maior concentração dos veículos, ela sofreu uma grande degradação provocada pelo rastro dos veículos. Se por um lado a navegação estava mais tranqüila, já que na maioria do tempo andamos em trilhas já existentes e bem marcadas, por outro lado, com tantas rodas passando, os rastros se transformaram em profundas valetas, provocando uma dificuldade de transposição totalmente inesperada, forçando a organização da prova a inclusive reduzir o percurso em certas etapas.</p>
<p>Então, resumindo, a competição continua a mesma, muito dura, a aventura também é grande, apenas mudou o cenário.</p>
<p>O piloto de rali Klever Kolberg, que participou 21 vezes do Dakar, dez de moto, 11 de carro e uma como chefe de equipe. Ele escreve a partir de hoje artigos exclusivos sobre os bastidores da maior e mais difícil competição off road do mundo. A 31ª edição da prova começa no dia 1 de janeiro de 2010 em Buenos Aires e chega na mesma cidade no dia 17.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>por Klever Kolberg</p>
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		<title>Visando próximas competições, Klever já lista melhorias</title>
		<link>http://www.palestramotivacional.com/blog/2010/01/12/visando-proximas-competicoes-klever-ja-lista-melhorias/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[edição 2010 do Rally Dakar tem sido um grande laboratório para o Valtra Dakar Eco Team. Já passada a metade da competição, Kolberg já sabe o que fazer
Em sua 22ª participação no Rally Dakar, Klever Kolberg tem aprendido como nunca na competição deste ano, em que mais uma vez o piloto demonstrou seu espírito inovador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>edição 2010 do Rally Dakar tem sido um grande laboratório para o Valtra Dakar Eco Team. Já passada a metade da competição, Kolberg já sabe o que fazer</p>
<p>Em sua 22ª participação no Rally Dakar, Klever Kolberg tem aprendido como nunca na competição deste ano, em que mais uma vez o piloto demonstrou seu espírito inovador ao ser o primeiro competidor na história do Dakar a usar um veículo movido a etanol. Passada a primeira metade do rally, o piloto do Valtra Dakar Eco Team já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas.</p>
<div id="attachment_257" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-257" title="Kolberg já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/14.jpg" alt="Kolberg já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas. Foto: Maindru Photo" width="500" height="334" /><p class="wp-caption-text">Kolberg já enxerga adiante e prepara evoluções para as próximas provas. Foto: Maindru Photo</p></div>
<p>&#8220;Com a experiência nesta participação no Dakar, colhemos várias informações para a evolução do nosso carro e já temos uma série de detalhes que queremos evoluir na preparação do Mitsubishi Pajero Sport Flex&#8221;, afirmou.</p>
<p>Kolberg listou a vedação dos componentes mecânicos e da cabine, bem como o isolamento do cockpit. Nas etapas disputadas no Deserto do Atacama, a areia extremamente fina chegou ao interior do carro em alguns momentos. Entretanto, outros itens fazem parte da lista de Klever, bem como uma alteração nas cargas das molas dianteiras e traseiras, além da mudança de posição e de fixação dos amortecedores.</p>
<p>&#8220;Por causa da preparação e adaptação de um tanque de 560 litros no carro, o peso ficou muito grande, e teremos que trabalhar em uma redução drástica neste quesito&#8221;, apontou. &#8220;Além disso, precisamos também alterar a distribuição, para baixar o centro de gravidade&#8221;, disse Klever, que também procurará melhorar a potência do motor. &#8220;Está em uma configuração que permite uma maior durabilidade em detrimento da velocidade, mas nas próximas provas, vamos fazer uma configuração competitiva&#8221;.</p>
<div id="attachment_258" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-258" title="Objetivo no Dakar era a durabilidade. Agora, equipe busca mais velocidade" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/23.jpg" alt="Objetivo no Dakar era a durabilidade. Agora, equipe busca mais velocidade. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Objetivo no Dakar era a durabilidade. Agora, equipe busca mais velocidade. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>O Mitsubishi Pajero Sport Flex também terá o formato de seu tanque alterado e as laterais alargadas. &#8220;Conseguimos um excelente resultado nos outros quesitos mecânicos, como nos filtros de ar do motor, mas agora focando na purificação do ar sem restringir a entrada, já que o pó tem sido um grande problema no Dakar&#8221;, explicou Klever, que elogiou também os freios. &#8220;Estamos usando discos da Fremax, fluido Mobil Brake Fluid DOT4 e pastilhas EBS Racing. Com este conjunto, chegamos a um bom resultado e boa performance, inclusive com os lubrificantes do motor, câmbio e diferenciais traseiro e dianteiro, mesmo em condições extremas. Estamos em um bom caminho&#8221;, disse.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
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press@reunion.com.br</p>
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		<title>&#8220;Chega de areia!&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 01:48:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Klever Kolberg comemora a mudança de piso para o trecho de amanhã, entre La Serena e Santiago
Além dos trechos com areia fina e pedras, a especial de hoje, 11º dia do Rally Dakar, entre Copiapó e La Serena, teve outro fator de dificuldade para pilotos e equipes: a neblina. Tanto que a organização da prova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Klever Kolberg comemora a mudança de piso para o trecho de amanhã, entre La Serena e Santiago</p>
<p>Além dos trechos com areia fina e pedras, a especial de hoje, 11º dia do Rally Dakar, entre Copiapó e La Serena, teve outro fator de dificuldade para pilotos e equipes: a neblina. Tanto que a organização da prova diminuiu o trecho cronometrado de 238 para 170 quilômetros. Ao final do dia, pelo menos um consolo para os competidores: na última especial no deserto chileno não haverá mais areia pelo caminho.</p>
<div id="attachment_250" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-250" title="Especial de hoje encerrou os trechos arenosos no Chile" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/1a.jpg" alt="Especial de hoje encerrou os trechos arenosos no Chile. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Especial de hoje encerrou os trechos arenosos no Chile. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;No Chile nós pegamos muitos trechos com areia e pedras, o que dificulta para o piloto em decidir que calibragem usar nos pneus: alta para ter mais resistência e vencer as pedras, ou baixa para ter mais aderência para sair da areia. O contrário não funciona, porque você pode atolar na areia ou furar um pneu ao passar pelas pedras&#8221;, conta Klever Kolberg, piloto do Valtra Dakar Eco Team, a primeira equipe na história do Dakar a competir usando o etanol como combustível.</p>
<p>&#8220;Hoje de manhã tinha muito nevoeiro, e a organização até atrasou um pouco a largada em função disso. E, logo de cara, após a largada, os pilotos tinham que subir uma montanha de areia e depois já ‘mergulhavam’ para o meio das dunas. Foi uma especial bem difícil&#8221;, detalhou. A variação de temperatura também causou estranheza em Kolberg. &#8220;No meio do dia estava com bastante sol e ar seco. Já próximo de La Serena, no final do deslocamento, havia algumas nuvens e a temperatura despencou uns 20 graus&#8221;, lembrou.</p>
<div id="attachment_251" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-251" title="Dunas e pedras dificultam opção na calibragem dos pneus" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/2a.jpg" alt="Dunas e pedras dificultam opção na calibragem dos pneus. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Dunas e pedras dificultam opção na calibragem dos pneus. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Ao menos no Chile, acabaram os trechos arenosos. Agora vamos pegar mais serras com estradas de terra, mas bastante sinuosas, com muito sobe-e-desce nesta volta pelo litoral até Santiago. Os dias anteriores foram muito duros por causa da areia e das pedras&#8221;, descreveu.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<div id="attachment_252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-252" title="No final do dia, nuvens apareceram e a temperatura despencou 20 graus Celsius" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/3a.jpg" alt="No final do dia, nuvens apareceram e a temperatura despencou 20 graus Celsius. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">No final do dia, nuvens apareceram e a temperatura despencou 20 graus Celsius. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>Dakar 2010 é presente de filho para pai</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 01:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na equipe de apoio da Valtra Dakar Eco Team está Ary Kolberg, pai de Klever. Advogado aposentado, Ary é o &#8220;faz-tudo&#8221; do time
O ambiente árido, às vezes rarefeito, com calor insuportável em alguns momentos e com temperaturas próximas de zero em outros, é sede de uma competição exigente, desgastante em que cada segundo vale ouro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na equipe de apoio da Valtra Dakar Eco Team está Ary Kolberg, pai de Klever. Advogado aposentado, Ary é o &#8220;faz-tudo&#8221; do time</p>
<p>O ambiente árido, às vezes rarefeito, com calor insuportável em alguns momentos e com temperaturas próximas de zero em outros, é sede de uma competição exigente, desgastante em que cada segundo vale ouro. Mas com tudo o que envolve o Dakar, existe espaço para uma &#8220;ação em família&#8221;. No Valtra Dakar Eco Team, capitaneado por Klever Kolberg, entre os integrantes de sua equipe de apoio está ninguém menos que seu pai, Ary Kolberg.</p>
<div id="attachment_245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-245" title="Ary Kolberg recebeu o convite para ajudar a equipe no Dakar como um presente" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/13.jpg" alt="Ary Kolberg recebeu o convite para ajudar a equipe no Dakar como um presente. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Ary Kolberg recebeu o convite para ajudar a equipe no Dakar como um presente. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Meu pai já fez três edições do Rally dos Sertões comigo na equipe de apoio, e resolvi convidá-lo para fazer o Dakar comigo como uma forma de presenteá-lo&#8221;, revelou Klever. &#8220;Ele sempre gostou de corridas e de rally, e fez até um curso de pilotagem vários anos atrás&#8221;, contou.</p>
<p>&#8220;Acompanhei o Klever em alguns Sertões e gostei muito, e foi maravilhoso receber o convite dele para o Dakar, é uma experiência que vale colocar na biografia&#8221;, afirmou Ary, de 72 anos, advogado aposentado. Ele diz que sempre apoiou o filho: &#8220;Quando ele era criança eu dei uma motinha para ele brincar e dali em diante não parou mais&#8221;.</p>
<p>Mas levar o próprio pai na mais dura competição off road do planeta, passando por desertos, cordilheiras com neve e enfrentando altitudes que superam os 3,5 mil metros não seria um &#8220;presente de grego&#8221;? &#8220;Que nada, estou adorando a experiência!&#8221;, exclamou o mais experiente da família Kolberg.</p>
<div id="attachment_246" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-246" title="Da logística à manutenção, o pai de Klever é um &quot;faz tudo&quot; do time" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/22.jpg" alt="Da logística à manutenção, o pai de Klever é um &quot;faz tudo&quot; do time. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Da logística à manutenção, o pai de Klever é um &quot;faz tudo&quot; do time. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>Segundo Klever, pioneiro em competir com o etanol brasileiro no rally mais difícil do planeta, chegar ao fim de um dia e encontrar o pai dá uma sensação maior de segurança. &#8220;Dá mais conforto, é alguém em quem eu posso confiar em qualquer tipo de situação. No entanto, eu não trouxe meu pai só pela confiança, mas ele vem aqui como um amigo de todos na equipe, trata todo mundo muito bem, levanta o astral do pessoal. Encontrá-lo no acampamento depois de um dia difícil é sempre mais emocionante&#8221;, explicou o piloto. &#8220;É diferente de chegar e encontrar os mecânicos, porque a alegria dele em me receber serve como combustível. É um apoio moral enorme&#8221;, disse.</p>
<p>Ary diz que, acompanhando o filho mais de perto lhe traz uma sensação maior de conforto. Mas ele também não se ilude: &#8220;Comigo por perto ou não, fico preocupado do mesmo jeito, porque o Dakar é um rally muito difícil. Mas a organização é perfeita, as estruturas são montadas com antecedência e a logística funciona muito bem&#8221;.</p>
<p>&#8220;Meu pai é o chefe da equipe de apoio moral&#8221;, diverte-se o Kolberg mais jovem. &#8220;Ele tem feito um ótimo trabalho e quer ajudar até mais do que pode, mas eu o trouxe como uma forma de presente, então não quero enchê-lo de tarefas. A equipe o adora e ele curte muito essa situação toda&#8221;, lembrou Klever.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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		<title>Conclusões da primeira metade do Dakar</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 01:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Valtra Dakar Eco Team aproveita o dia de descanso para uma revisão no Mitsubishi Pajero Sport Flex e Klever Kolberg faz um balanço do desempenho
A primeira participação de um carro movido a etanol na história do Rally Dakar tem trazido várias lições e uma conclusão: o Mitsubishi Pajero Sport Flex do Valtra Dakar Eco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Valtra Dakar Eco Team aproveita o dia de descanso para uma revisão no Mitsubishi Pajero Sport Flex e Klever Kolberg faz um balanço do desempenho</p>
<p>A primeira participação de um carro movido a etanol na história do Rally Dakar tem trazido várias lições e uma conclusão: o Mitsubishi Pajero Sport Flex do Valtra Dakar Eco Team, pilotado por Klever Kolberg ao lado de Giovanni Godoi, está no caminho certo.</p>
<div id="attachment_242" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-242" title="A poeira da areia extremamente fina do deserto tem sido o principal desafio" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/12.jpg" alt="A poeira da areia extremamente fina do deserto tem sido o principal desafio. Foto: Vitor Sendra" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A poeira da areia extremamente fina do deserto tem sido o principal desafio. Foto: Vitor Sendra</p></div>
<p>&#8220;Esta edição do Dakar está bastante difícil. Não gosto de comparar com outros anos, mas até aqui tem sido bem exigente. O terreno, tanto na Argentina como no Chile é bastante feroz com pilotos e máquinas. A temperatura tem sido muito alta e seca, bastante árida, como no deserto africano&#8221;, constatou. &#8220;Uma característica local é de um solo sempre com areia muito fina, provocando muito pó, o que dificulta as coisas. Para se ter uma idéia, em trechos de piso muito ruim, que obriga os carros a andarem em velocidades baixas, o próprio vento leva a poeira e ‘ultrapassa’ o carro, formando uma cortina de areia à sua frente e a visibilidade cai a zero. A navegação, por outro lado, tem sido mais simples do que quando o rally era na África, devido às referências com maior destaque&#8221;, comparou.</p>
<p>Kolberg conta o carro tem resistido bem às condições adversas do rally mais exigente do planeta. &#8220;O problema que nos tirou da prova (uma rachadura em uma peça do sistema de embreagem) foi facilmente solucionado com a troca da peça no acampamento. Então decidimos não desperdiçar a oportunidade para atingir um de nossos objetivos, que era aprender a participar com um carro utilizando etanol brasileiro como combustível&#8221;, contou Klever, lembrando da quarta etapa do Dakar, quando ele e Giovanni Godoi foram desclassificados pela organização da prova por não terem passado pelo último check point antes da chegada ao acampamento.</p>
<p>&#8220;Então aproveitamos para continuar fazendo o percurso do rally, o que está nos trazendo uma série de informações sobre o comportamento do carro. Na verdade, são confirmações, já que a indústria automobilística brasileira já tem vasto conhecimento sobre a utilização do etanol em diversas condições; mas nunca em um regime tão extremo de competição&#8221;, explicou.</p>
<p>Kolberg enumerou alguns dos desafios vencidos. &#8220;Nas grandes altitudes o ar é rarefeito. Em outras palavras, tem menos oxigênio, e isso provoca no motor o que é chamado de ‘mistura rica’, ou excesso de combustível. Como nosso Mitsubishi Pajero Sport Flex tem um gerenciamento eletrônico da Magneti Marelli, esse sistema já faz o ajuste automaticamente, mas estamos conhecendo qual é o rendimento do motor a estas altitudes (de até 4 mil metros em relação ao nível do mar), e eventualmente analisando o estado das velas do motor&#8221;.</p>
<p>Tanto na altitude como em condições de altas temperaturas, o efeito é semelhante. &#8220;Quanto mais quente estiver o ar, o motor fará o mesmo volume de aspiração, mas a densidade será menor, trazendo menos oxigênio. Em baixa umidade, também estamos observando o rendimento&#8221;, disse.</p>
<p>O motor, segundo ele, tem se mostrado durável e confiável. &#8220;O regime de alta rotação com temperatura da água a 105 graus Celsius e com o motor a plena carga em 80% do tempo representam uma utilização extrema do propulsor. Depois do rally faremos a desmontagem e verificação de durabilidade dos componentes, que no carro Flex já são específicos para o etanol (válvulas, sede de válvulas, dutos de combustível, etc.), para ver se houve algum tipo de desgaste prematuro. Mas, graças ao uso de um bom lubrificante &#8211; específico para o uso do etanol -, não percebemos nenhuma alteração, mas desmontando o motor, além do câmbio e dos diferenciais, teremos mais uma confirmação da eficácia dos lubrificantes Mobil Super Flex de alto desempenho&#8221;.</p>
<p>Kolberg também detectou alguns pontos a serem melhorados para as próximas competições off-road. &#8220;Em função da severidade da prova, o nosso problema de embreagem no quarto dia se originou de uma falha na vedação dos componentes para este uso em condições extremas. Isso não é necessário em carros de passeio em terrenos fora de estrada no Brasil. Então, em condições normais, este problema não existiria&#8221;, comparou.</p>
<p>&#8220;A relação de marchas também ficou um pouco longa. Usamos muito pouco a quarta marcha, e a quinta só é engatada em trechos de deslocamento, geralmente por estradas de asfalto. Além disso, precisamos melhorar a vedação da cabine, porque a areia extremamente fina do deserto entrava no cockpit, e o isolamento térmico também precisa ser retrabalhado, especialmente do lado do navegador, por onde passa o escapamento, por baixo&#8221;, enumerou.</p>
<p>Mas a areia fina, entretanto, comprovou a eficácia dos filtros de ar do motor. &#8220;Funcionaram 100% na vedação da poeira. Na volta vamos fazer um teste de dinamômetro para entender o quanto esta eficiência está restringindo a entrada de ar. Mas em primeiro lugar vem este fator, o de não deixar a poeira entrar e contaminar o motor&#8221;, afirmou.</p>
<p>Os pneus receberam elogios de Klever. &#8220;Já conhecíamos o excelente desempenho dos Pirelli Scorpion Rally, mas não com o peso do carro devido à maior quantidade de combustível. A performance continuou ótima e os pneus suportaram bem o excesso de carga&#8221;, detalhou. &#8220;Os eixos de transmissão foram exaustivamente testados, mas não com esta configuração de carro. E não tivemos nenhum problema, mas a análise definitiva será feita apenas após a desmontagem da peça, depois do rally&#8221;.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
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		<title>NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010 &#8211; Dando carona para o Murphy</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 01:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo depois de três problemas de gente grande vividos nos primeiros sete dias de prova (narrados nas colunas anteriores), nada como conseguir chegar ao acampamento no dia de repouso. No Dakar 2007, o dia no qual a prova dá uma folga para pilotos e navegadores foi na cidade de Atar, na Mauritânia. Chegamos com muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo depois de três problemas de gente grande vividos nos primeiros sete dias de prova (narrados nas colunas anteriores), nada como conseguir chegar ao acampamento no dia de repouso. No Dakar 2007, o dia no qual a prova dá uma folga para pilotos e navegadores foi na cidade de Atar, na Mauritânia. Chegamos com muito serviço para ser executado pelos mecânicos. Era preciso deixar o carro em ordem para que pudéssemos correr atrás de parte do tempo perdido na primeira metade do rali e chegar a Dakar. Eles trabalharam duro, dia e noite sem parar, até a hora da largada na manhã seguinte. Pensamento positivo. Depois de tantos infortúnios, nossa sorte precisava mudar. </p>
<p>A etapa começava com um cordão de 20 quilômetros de dunas de areia fofa. Logo nos primeiros minutos de prova, era possível ver uma porção de carros e caminhões atolados em todas as direções. O visual era assustador. A cada duna vencida, mais máquinas apareciam sugadas pela areia. Deixando vários competidores para trás, progredíamos num bom ritmo. Nos metros finais do trecho de dunas, elas se fundiam com uma montanha, formando um funil com os veículos que haviam conseguido chegar até ali (entre eles, o nosso) e com muitos outros atolados até a porta. Alcançar o solo duro da montanha era o desejo de todos ali. </p>
<p>O trecho era muito técnico. Além de superar as armadilhas da areia e das dunas, era preciso “escalar” a íngreme parede da montanha. Não era possível vencê-la sem embalo, ficando encalhados no engarrafamento. Achamos ter visto uma alternativa à esquerda. À esquerda? À esquerda. Poucos segundos depois, a tal saída à esquerda se mostrou precipitada. Atolamos na intransponível areia branca, a mais fofa do deserto. Dizem que apenas camelos conseguem deixá-las para trás sem grandes sofrimentos. Parecia haver um ímã escondido no solo. A cada dois, três metros percorridos, uma atolada. Cheguei a perguntar para o Eduardo Bampi, meu navegador, se o famoso Murphy estava sentado no banco de trás. Mas ali, qualquer caminho parecia regido pela lei segundo a qual se algo pode dar errado, dará. </p>
<p>Para superar 200 metros, perdemos quase três horas! Pouco mais de um metro por minuto! Valeu a persistência. Triunfamos. A partir dali, nossa história no Dakar mudou. Sem milagres, mas sem empecilhos mecânicos, recuperamos posições e conseguimos receber a almejada bandeirada no Lago Rosa, palco tradicional da última etapa da prova.</p>
<p>O piloto de rali Klever Kolberg, que participou 21 vezes do Dakar, dez de moto, 11 de carro e uma como chefe de equipe. Ele escreve a partir de hoje artigos exclusivos sobre os bastidores da maior e mais difícil competição off road do mundo. A 31ª edição da prova começa no dia 1 de janeiro de 2010 em Buenos Aires e chega na mesma cidade no dia 17.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Por Klever Kolberg</p>
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		<title>NA ROTA DO RALLY DAKAR 2010 &#8211; O Rally da mídia</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 01:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma equipe não é formada só por pilotos, navegadores e mecânicos. Para que o público saiba o que acontece durante uma competição, temos uma enxuta estrutura de imprensa. O jornalista Lino Bocchini foi nosso correspondente no Dakar 2007. Quando foi convidado, mal ele sabia o que viria pela frente. Aqui, ele nos conta como é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe não é formada só por pilotos, navegadores e mecânicos. Para que o público saiba o que acontece durante uma competição, temos uma enxuta estrutura de imprensa. O jornalista Lino Bocchini foi nosso correspondente no Dakar 2007. Quando foi convidado, mal ele sabia o que viria pela frente. Aqui, ele nos conta como é a vida de um repórter no Dakar:</p>
<p>A primeira noite no deserto marroquino ninguém esquece. Se você conseguir dormir numa barraca armada naquele tapete de pedras pontudas, com zero grau lá fora, parabéns, você dorme até no inferno. No meu caso, beduíno de primeira viagem, fui despertado antes do amanhecer por um funcionário do staff que chacoalhava minha barraca e berrava alguma coisa em francês. Eu estava simplesmente na área de manobra dos aviões, e a asa de um deles passava a menos de dois metros da minha cabeça. No Rally Dakar, os jornalistas seguem todos juntos em um mesmo avião, que desloca-se de cidade em cidade enquanto os pilotos aceleram lá embaixo. Levamos dezenas de quilos de tralhas, e dormimos onde dá, em barracas armadas à volta da pista onde os 20 aviões que compõem o circo da prova pousam e decolam o tempo todo.</p>
<p>Só esse monta-e-desmonta e o desconforto de ser despertado toda manhã por turbinas de avião antes do amanhecer, por 20 dias seguidos, já seria duro. Mas isso não é o pior. No caso da nossa equipe, a estrutura de imprensa era composta por um bravo integrante –nem queiram saber quanto custa um credenciamento desses. Enquanto jornalistas europeus acompanhavam calmamente os resultados e entrevistas e faziam dois ou três boletins diários, eu tinha que fazer boletins diários para diversas rádios, escrever pelo menos cinco textos por etapa, tirar fotos, postar em meu blog sobre os bastidores e ainda dar uma filmadinha. E depois, claro, enviar tudo pro Brasil.</p>
<p>Eram jornadas de trabalho sempre superiores a 12 horas. E, no “tempo livre”, uma batalha para comer, montar e desmontar acampamento, tomar banho &#8211;quando desse&#8211;, fazer as necessidades e ainda rezar para que toda aquela parafernália eletrônica funcionasse direitinho. Sim, porque eu fazia boletins ao vivo em meio ao Saara Ocidental.</p>
<p>Mas, verdade seja dita, tive poucos problemas técnicos. Em um deles, quando fui obrigado a usar a estrutura da organização, paguei a mais cara “lan house” do mundo. Meia hora de Internet no descampado do Mali para transmitir textos e duas fotos custou 600 euros. </p>
<p>Dormi mal três semanas seguidas, me estressei com aquela salada de aparelhos via satélite, quase morri louco para atender todas as demandas do Brasil e dos pilotos e, de quebra, passei 20 dias sem ver uma privada normal. Aliás, quase chorei de emoção ao entrar no banheiro ocidental e limpinho do quarto do meu hotel, chegando a Dakar. Enfim, um rali de mídia, paralelo ao rali de verdade. E pensar que isso não é nada perto do que passam os pilotos&#8230;</p>
<p>por Lino Bocchini &#8211; Jornalista </p>
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		<title>Etanol a 4 mil metros de altitude</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 23:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klever</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao cruzar a fronteira entre Argentina e Chile, ontem, Klever Kolberg e Giovanni Godoi subiram e desceram a Cordilheira dos Andes
O Valtra Dakar Eco Team segue sua aventura pelos nove mil quilômetros do maior rally do mundo. Hoje foi disputado o sétimo dia da competição, já em território chileno, entre as cidades de Copiapo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao cruzar a fronteira entre Argentina e Chile, ontem, Klever Kolberg e Giovanni Godoi subiram e desceram a Cordilheira dos Andes</p>
<p>O Valtra Dakar Eco Team segue sua aventura pelos nove mil quilômetros do maior rally do mundo. Hoje foi disputado o sétimo dia da competição, já em território chileno, entre as cidades de Copiapo e Antofagasta, em um trajeto de 670 quilômetros (483 deles cronometrados). E para a dupla formada pelo experiente Klever Kolberg e pelo navegador Giovanni Godoi, foi um dia mais tranqüilo.</p>
<div id="attachment_229" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-229" title="O Mitsubishi Pajero durante travessia na Cordilheira dos Andes" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/11.jpg" alt="O Mitsubishi Pajero durante travessia na Cordilheira dos Andes. Foto: Divulgação" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">O Mitsubishi Pajero durante travessia na Cordilheira dos Andes. Foto: Divulgação</p></div>
<p>&#8220;A viagem foi tranqüila e o carro funcionou perfeitamente hoje. Ontem cruzamos a fronteira pela Cordilheira dos Andes, subimos até quatro mil metros de altitude, enfrentamos um frio muito intenso e tanto o motor como o combustível desempenharam suas funções muito bem naquelas condições&#8221;, descreveu Kolberg, o primeiro competidor na história do Dakar a usar um veículo movido a etanol. O carro usado pelo Valtra Dakar Eco Team &#8211; um Mitsubishi Pajero Sport Flex &#8211; foi produzido e preparado no Brasil, assim como o combustível, 100% brasileiro.</p>
<p>&#8220;Antes de começarmos a viagem de hoje, aproveitamos para fazer uma revisão completa no carro&#8221;, contou. O dia anterior, no entanto, foi o mais difícil para o Valtra Dakar Eco Team no rally até agora. No trecho entre La Rioja e Fiambala &#8211; onde tivemos o problema de embreagem -, além da areia muito fofa, havia muito pó, o que além de prejudicar a visibilidade, penetrou em várias peças do carro, afetando inclusive algumas chaves eletrônicas&#8221;, descreveu Kolberg.</p>
<div id="attachment_230" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-230" title="Klever e Giovanni com a peça da embreagem que se quebrou no quarto dia" src="http://www.palestramotivacional.com/blog/wp-content/2010/01/21.jpg" alt="Klever e Giovanni com a peça da embreagem que se quebrou no quarto dia. Foto: Divulgação" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Klever e Giovanni com a peça da embreagem que se quebrou no quarto dia. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Com os problemas enfrentados na embreagem durante o quarto dia, ainda na Argentina, mas nas dunas do Deserto do Atacama, Klever Kolberg e Giovanni Godoi foram obrigados a se dirigirem ao acampamento sem passar pelos pontos obrigatórios de cronometragem e, por isso, a organização da prova desclassificou a dupla.</p>
<p>&#8220;A poeira invadiu o sistema que aciona a embreagem, deixando o pedal excessivamente duro. Conforme eu fazia mais pressão para acioná-la, a sobrecarga acabou rachando o ‘burrinho’ do acionamento e, apesar de ser uma peça bem vedada, o pó era muito fino e também entrou ali. A pressão do pedal causou uma rachadura, o que fez vazar o fluido e assim perdemos a embreagem&#8221;, explicou o veterano de 22 participações no Dakar.</p>
<p>Nenhum reparo conseguiu segurar o vazamento durante a especial do quarto dia, então a dupla foi obrigada a rumar diretamente para o acampamento. &#8220;Só então pudemos fazer a troca da peça e hoje desmontamos o câmbio para limpar o sistema de embreagem e seguir o roteiro do rally com menor risco do problema acontecer novamente&#8221;, disse.</p>
<p>Mesmo assim, Kolberg e Godoi optaram por continuar no percurso para testar o Mitsubishi Pajero Sport Flex, o primeiro carro na história do Dakar a competir usando o etanol como combustível.</p>
<p>Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.</p>
<p>Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objetivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.</p>
<p>Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Mobil Super Flex, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.</p>
<p>Acesse o site do piloto: www.parisdakar.com.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa:<br />
ReUnion Press<br />
Rodolpho Siqueira / Cleber Bernuci/André Stepan/Fabio Ometto<br />
11. 7860.8917<br />
11. 7283.3715<br />
press@reunion.com.br</p>
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